Categoria: Pessoal

Às vezes o saco enche

Hoje o João passou o dia quase inteiro no meu colo. Nas poucas vezes que fiquei com os braços livres eu estava fazendo coisas pra ele mesmo: fui ao supermercado comprar comida pra papinha, fiz a papinha, ou estava ocupada interagindo com outras pessoas.
Isso me causou uma irritação tremenda porque eu estava doida pra escrever. Me veio essa vontade maluca de escrever crônicas a partir de pequenos acontecimentos do meu dia e eu não consegui escrever nada ainda. Aliás, venho há meses não conseguindo escrever e perdendo momentos que poderiam render belos posts e memórias.
Mas hoje me veio um bode. Um meio que saco cheio de estar sempre deixando alguma coisa que eu quero muito fazer pra poder cuidar de neném. Quase uma vontade de deixar chorando e ignorar.
E a realidade mais uma vez bateu na porta: não importa o quanto meu saco esteja cheio, o João é um “problema” meu. No máximo meu e do pai, ou de quem estiver por perto ajudando nos cuidados. Eu até tento tramar umas pra ver se eu consigo uns tempinhos só pra mim mas acabo não sendo muito bem sucedida, ou sendo interrompida enquanto estou no sossego.
E eu sinto que já tá na hora de eu me resgatar, pra evitar que esses bodes sejam mais frequentes. É um processo, e certamente vai envolver algum stress, mas sinto que é algo que preciso fazer por mim.

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A difícil arte da presença

Eu escrevi e apaguei esse post duas vezes. E percebi que estou cansada demais para me explicar. E que mesmo querendo, eu não preciso. Mas eu preciso me expressar. Preciso encontrar um pontinho de luz, alguma mudinha em mim que eu consiga fazer brilhar, sem me cansar.

A relação entre mim e João é a coisa mais intensa, dúbia e louca que eu já vivi. A cada dia aprendo que eu preciso desacelerar, mas ao mesmo tempo, eu preciso encontrar um tempo e um espaço que sejam meus, para me manter de pé nessa jornada. Entendendo isso, eu me perdôo pelas minhas angústias e pensamentos.

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Assumindo um desejo

Eu sou quadrada em muitos sentidos. Não tenho essa flexibilidade toda que é característica da geração Y (até porque teoricamente eu ainda sou X). Digo isso porque há algum tempo li uma matéria que falava algo sobre ser feliz tendo várias carreiras ao mesmo tempo, ou ainda abandonando uma e partindo pra outra, mesmo que parecesse “tarde demais”.

Sempre pensei o oposto disso, e na época ler esse texto foi muito libertador, no contexto dos pensamentos. Eu achava que como tinha me formado em publicidade, só conseguiria prosperidade fazendo isso, em partes por ter o pensamento quadrado, e em partes porque carreira sempre esteve relacionada pra mim a muito estudo e preparo, o que requer tempo.

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