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Sobre mergulhar na escuridão (e tentar vir à tona)

Há algum tempo percebi meu desânimo crescente, minha indisposição anêmica, minha alegria de viver esvaída. Internamente me perguntei sobre uma possível depressão, mas o fato é que essa é uma condição difícil e vergonhosa demais de admitir, tanto para si mesmo quanto para os outros.

As coisas foram acontecendo, meu estado de humor se deteriorando até que ficou pesado demais carregar sozinha. Resolvi voltar a contar com ajuda do meu terapeuta, mesmo não sendo algo que neste momento eu pudesse pagar com folga. Melhorou, mas depois piorou mais.

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Gravidez: o que é certo, o que é ideal e o que é real

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Felizmente, de todos os pitacos que as pessoas tem dado (sem eu pedir, diga-se de passagem) sobre gravidez, o assunto que menos aparece é a figura do pai. A não ser que seja um caso de produção independente, que não foi o meu, ele existe. Não aparece e nem sempre participa, mas está ali.

Eu acredito que para uma criança, o melhor é nascer do amor de duas pessoas, e crescer com a presença dos dois enquanto casal. Mas o mundo não é um painel de Pinterest, e o conceito de família mudou muito. Existem casais gays, mulheres e homens que optam por criar seus filhos sozinhos, e por aí vai. Quando penso no que é ideal para um cenário de gravidez, sou quase tentada a sentir culpa por ser mãe solteira. Aliás, acho que a mãe solteira carrega uma culpa imensa nas costas, que ela mesma pode sentir, ou que é imposta pelo padrão da sociedade.

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Sobre tradições de família

Essa semana providenciei uma foto para confeccionar meus cartões de Natal, para enviar às pessoas mais próximas. Nada sofisticado, foto com a câmera do celular, edição no PicsArt, e revelação expressa na maquininha do shopping. Mas ficou fofo. E sempre surte um resultado muito bacana, quem recebe adora! Isso me deixou pensando na importância de se criar tradições de família, como por exemplo, a tradição de trocar cartões de Natal.

Eu sinto muita falta disso na minha criação. Me ligo em datas especiais e gosto de pensar e preparar coisinhas pra celebrar essas datas. Nunca tivemos em casa a tradição do Natal, mas eu sempre curti a data. Me lembro inclusive de um Natal, dos muitos em que a gente não fez absolutamente nada, em que me arrumei inteira só pra ficar sentada na sala vendo TV. E o quanto eu me sentia triste por ninguém além de mim dar moral praquilo.

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