Hoje começo uma série de posts chamada Encontros in Off, que é resultado de uma série de transformações pessoais que começaram quando engravidei do João, e tem como marco a criação do Grupo Gaia. Esse grupo tem como objetivo cuidar de mães e de crianças, veja a descrição para saber mais.

A partir dessa minha transformação eu tive a oportunidade de conhecer mulheres fortes, maravilhosas, que trazem dentro de si, mesmo que não saibam, uma força ancestral e sagrada incrível. Aprendo muito com essas mulheres, e sinto muita gratidão por ter cruzado meu caminho com o delas.

E eu quero traduzir em palavras o que eu aprendo com cada uma dessas mulheres, trazendo para cada post da série a essência da força de cada uma, que tento captar cada vez que as encontro. Espero que meus leitores consigam absorver um pouco disso, por meio dos meus textos. Todas as sextas teremos um encontro in off marcado, aqui no blog (ou pelo menos a promessa dele).

Hoje começo por uma mulher que conheci há pouco mais de um ano. Furacão, patrola sem freio, que nem eu. Desde que a conheci e nos tornamos amigas, a minha sensação é sempre a mesma: nunca haverá tempo suficiente para que consigamos compartilhar nossos sonhos, planos e frustrações uma com a outra.

A Thamires é uma mulher cuja força cabe na leveza de uma pena. Uma pessoa do bem, que só fala bem e emana bem. Ela é a amiga que sempre tem uma palavra positiva, de consolo. Ela sabe acolher como poucos.

Ela é mãe de dois meninos incríveis, doces, felizes. É de uma dedicação ímpar, e eu admiro um bocado como ela se desenrola bem com rotina, casa, filhos, marido, cachorro e trabalho. Nunca vi essa mulher desalinhada, e a beleza dela é daquelas que vem de dentro, da felicidade que exala, pela gratidão para com a vida que tem.

Thamires é fotógrafa de comida, e o trabalho dela dá pra conferir aqui. Depois volta e me diz o que achou, tenho certeza que iremos concordar. Pra mim, a sacralidade dessa minha amiga está na maneira sempre positiva com a qual ela encara a vida.

Essa pessoa nunca desanima. Até quando ela reclama, permanece positiva, confiante. E eu me inspiro muito nisso todos os dias. Penso nela quando me percebo reclamona, desanimada. Eu quero ser um pouquinho que nem ela, todos os dias.

O meu encontro com a Thamires me ensina que é preciso saber abraçar a vida. Que é possível encarar um mundo duro, e tantas vezes machista, com uma força feminina, que apesar de delicada, é intensa e avassaladora. Que dá pra ter coragem de abraçar sonhos e viver com paixão num momento, e em outro se aninhar na rotina, nas pessoas que são importantes pra gente pra conseguir acolher.

Eu agradeço por esse feliz encontro!

thamires